segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Band Cidade Campinas - Aula de robótica - 22 09 2012




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ROBÓTICA E A MATEMÁTICA


PROBLEMAS ELABORADOS PELOS ALUNOS DO 5º ANO B SOBRE A AULA DE ROBÓTICA 
DATA18/09/12 

(VITOR HUGO E JULIA  SOUZA)                                                                   
O ROBÔ LEVA O LAPTOP EM CIMA DELE, SE PROGRAMARMOS PARA GIRAR  POR UM MINUTO ELE CONSUMIRÁ 30% DA BATERIA, SENDO QUE ELE TEM 100% DE BATERIA QUANTO SOBRARÁ DE BATERIA? 


(WENDELL E VITÓRIA)
           UM ROBÔ ESTÁ PROGRAMADO PARA ATINGIR A POTÊNCIA 255, DIGAMOS QUE O ROBÔ DO OUTRO GRUPO ESTÁ COM O TRIPLO DA POTÊNCIA 255. QUANTOS ELE TEM A MAIS?


(EVELLYN E GABRIELLE)
            NA SALA DE AULA TEM 5 GRUPOS  E 6 CAIXAS DE PEÇAS DE ROBÓTICA, EM CADA CAIXA TEM 350 PEÇAS APROXIMADAMENTE. O QUE O PROFESSOR FEZ PARA DIVIDIR ESSAS CAIXAS IGUALMENTE PARA CADA GRUPO?  


(GABRIEL V E FELIPE ANTUNES)
O PROFESSOR BRUNO EXPLICOU QUE A POTÊNCIA DO ROBÔ É 255, SABENDO DISSO, QUAL É A METADE EXATA DA POTÊNCIA DO ROBÔ? (VOCÊ UTILIZARÁ NÚMEROS DECIMAIS).


(LEONARDO J. DE ALMEIDA E LETÍCIA M. DA ROCHA)
            NA AULA DE ROBÓTICA PARTICIPAM 27 ALUNOS EM 5 GRUPOS, 5 ROBÔS E 5 LAPTOPS. SE EM 3 SEGUNDOS O ROBÔ RODA 3 VOLTAS, QUANTAS VOLTAS ELE DARÁ EM 1 HORA? E EM 5 HORAS?


 (VINICIUS E PEDRO)
NA AULA DE ROBÓTICA TINHA 3 GRUPOS DE 5 ALUNOS E 2 DE 6 QUANTOS ALUNOS HÁ NO TOTAL?



(MAYCON E  GUILHERME)
NA AULA DE ROBÓTICA TEM  5  GRUPOS,  2 SÃO  DE 6 ALUNOS E  3  DE 5 ALUNOS.  TEM 6  CAIXAS  DE  PEÇAS  PARA  MONTAR  O  ROBÔ.  CADA CAIXA TEM 200 PEÇAS. QUANTAS PEÇAS CADA GRUPO VAI  GANHAR   IGUALMENTE?




(VINÍCIUS GÓES CARNEIRO)               
            NA SALA DE AULA EXISTE 5 GRUPOS, 2 GRUPOS DE 6 ALUNOS E 3 GRUPOS DE 5 MAIS A PROFESSORA. A SALA TODA VALE 100%. QUANTOS PORCENTOS VALE CADA GRUPO? E QUANTO REPRESENTA  A PROFESSORA?

 (VALTER  E  WALLACE)
QUANTO É APROXIMADAMENTE 1/4  DA  POTÊNCIA  DO  ROBÔ  QUE  É  255?



(GABRIEL DE ARAUJO)
EM 1 HORA GASTA=SE 30% DA BATERIA DO ROBÔ. EM 3 HORAS, QUANTO GASTARÁ DE BATERIA? E QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA  CHEGAR A 100%?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Robótica aliada às disciplinas curriculares

Robótica aliada às disciplinas curriculares facilita aprendizado

Notícias

 18/09/2012 - 13:06

Ingrid Vogl
 http://www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=15393

O que é um robô e o que é robótica? As perguntas instigaram os alunos do 5º ano logo no primeiro dia das ações em sala de aula do projeto de pesquisa “Robótica em Sala de Aula”, desenvolvido em parceria por alunos e professores da Unicamp e da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professora Elza Maria Pellegrini de Aguiar
 A partir das perguntas feitas em março de 2012 pela professora da turma, Gisele Flávia Alves Oliveira Giachetto, os alunos produziram textos e criaram figuras que formaram um painel com as impressões das crianças de 10 e 11 anos sobre o assunto. 
Foi o início de descobertas e um aprendizado rico e prático de como a robótica pode fazer parte do cotidiano escolar para facilitar o ensino de todos os componentes curriculares: desde matemática, ciência, português, passando por artes, história, geografia. E mais: como esta ciência pode ser essencial para o desenvolvimento da sociedade e importante para várias áreas, como a sustentabilidade do planeta e o despertar da ética e da cidadania entre os alunos.
A escola de ensino fundamental que fica no Parque Dom Pedro II, região Sul de Campinas, possui projetos em parceria com a Unicamp desde 2010, quando foi implantado na Emef o “Um Computador por Aluno” (UCA), que disponibiliza laptops para os cerca de 500 alunos em atividades que auxiliam o ensino-aprendizagem em sala de aula. Na universidade, o UCA é monitorado e orientado pelo professor José Valente, do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED). 
Crédito: Foto: Carlos Bassan

De lá pra cá, a tecnologia em sala de aula foi incorporada ao dia a dia das crianças e dos professores. Hoje, o trabalho com os laptops ganhou um aliado e foi aprimorado com a inserção da robótica no currículo escolar a partir deste ano. O projeto de pesquisa mais recente é um trabalho de mestrado de alunos de engenharia elétrica, artes e mecatrônica, orientados pelo professor João Vilhete, da Unicamp. Os alunos de mestrado Bruno Bastos, Paulo Vilas Boas, Fernando Ortolano e Henqrique Souza formam o grupo que semanalmente atua junto com os professores da Emef e os estudantes nas aulas de robótica. 
Apoio total 
Para o desenvolvimento do projeto, a equipe pedagógica da escola“abraçou a causa” e deu todo o apoio ao trabalho, inclusive adquirindo kits de robótica que são montados, desmontados e trabalhados incansavelmente por 30 alunos de cada vez. A ideia é que o projeto de robótica tenha a possibilidade de ser ampliado para toda a rede municipal de ensino.
Crédito: Foto: Carlos Bassan
 As aulas aliam o computador e a robótica, sempre dentro do contexto escolar, integrando a ferramenta tecnológica aos conteúdos de todas as disciplinas. Segundo Bruno Bastos, antes da aplicação do projeto com os estudantes do 5º ano foi feito um projeto piloto em 2011 com os alunos monitores do UCA (alunos que ajudam os professores em sala de aula com o uso dos laptops). 
 “A robótica é mais um recurso em sala de aula que usa, por exemplo, a mecânica, o funcionamento de rodas, contextos de menor e maior, a lógica. Os alunos tem a oportunidade de ver todas as etapas da montagem dos equipamentos, nada é abstrato. Assim o aprendizado é mais detalhado e a crianças tem mais segurança e interesse e aprendem de forma mais criativa”, definiu Bruno Bastos.
 Iniciado pra valer em março deste ano, o projeto foi desenvolvido no primeiro semestre com a turma do 5º ano A e no segundo semestre, está sendo trabalhado com os alunos do 5 º ano B. As aulas de robótica são sempre às sextas-feiras e acompanhadas dos alunos mestrandos da Unicamp, que orientam as crianças nas atividades práticas. 
 Aulas 
Manhã de sexta-feira. O burburinho na sala de aula do 5º ano B da Emef Profa. Elza Maria Pellegrini de Aguiar, onde as crianças se dividem em cinco grupos e se debruçam em um trabalho de paciência e raciocínio sobre peças de montagem, denuncia que a aula é sobre robótica. No último semestre de 2012 está sendo trabalhada a montagem do carrinho robô, onde os alunos aprendem sobre programação – em nível adequado para a idade- no software Scratch, com o qual as crianças podem trabalhar com recursos de audio, imagem e é de fácil manipulação. 
Crédito: Foto: Carlos Bassan
Júlia Sousa Gomes, 11 anos, “quebra a cabeça” pra montar o pequeno e colorido robô junto com colegas. “Está difícil!” Anunciou a menina, colocando e tirando peças do equipamento. Empolgada, a estudante disse adorar as aulas e já aprendeu sobre rodas, roldanas, ondas elétricas e o que mais gosta: robôs que ajudam o meio ambiente. “A robótica tem tudo a ver com todas as matérias que aprendemos aqui”, contou, comemorando naquele momento o encaixe correto das peças. 
Empenhado em montar o robô, o grupo de Alefe Menas Mazano, 11 anos e Samir Pinheiro Silva, 10 anos, logo entende a engrenagem e consegue resolver a equação prática. “Aprendemos como são as ferramentas, como a roldana, trava, engrenagem. Eu tinha uma ideia de como era a robótica, mas nunca imaginei aprender tão cedo sobre isso”, disse o animado Alefe Mazano. 
A professora da turma, Valéria Alves dos Santos Salgado, visualiza nitidamente o gosto pelos estudos e pelo saber que a robótica despertou nos alunos. “Eles gostam das novidades em sala de aula e aproveitam ao máximo. Após cada aula de robótica, as crianças fazem um relatório de tudo o que foi feito e sobre o que aprenderam. Assim, trabalhamos a língua portuguesa e divulgamos e valorizamos as atividades também no blog da escola”, explicou a professora. 
No blog, aliás, os alunos continuam a usar ferramentas da robótica para estudar e divulgar os trabalhos por meio do Scratch, o programa de animação muito utilizado pelas crianças. O blog pode ser conferido pelo endereço: emefelza2010.blogspot.com.br 
Resultados 
Para a professora Gisele Flávia Alves Oliveira Giachetto, responsável pela turma do 5º ano A, os quatro meses em que a robótica foi tratada com os alunos em sala de aula foram suficientes para provar que o projeto deu certo. “Nas aulas de robótica, as crianças se interessaram e se envolveram. Pra mim, o resultado mais importante é que os estudantes conseguiram relacionar o conteúdo tratado em sala de aula com a robótica”, analisou Gisele Giachetto, que como a colega Valéria Salgado, pedia aos alunos uma apresentação dos trabalhos no fim de cada aula de robótica. 
 A professora garante que o projeto tem continuidade em sala de aula, mesmo que s alunos não estejam mais manipulando os pequenos robôs neste segundo semestre. “A reflexão nos ensinamentos e a integração da robótica às disciplinas continuam, principalmente com o uso do programa Scratch em ouras atividades com o laptop. Hoje percebo as crianças mais interessadas e estimuladas. Os kits trabalham com a lógica, a criatividade. Robótica é pura problematização”, definiu a professora.
Que o diga Bruna Lousado de Paula, 10 anos, que com os ensinamentos da robótica, aprendeu também a ter mais paciência e a trabalhar em grupo. “As peças dos robôs são dividias em grupos e temos que esperar nossa vez para trabalhar com o kit. Acho que a relação com os colegas melhorou. Sempre que vamos trabalhar em grupo, dividimos as tarefas”, aprendeu a menina. 
Saudosa das aulas de robótica do primeiro semestre, Maria Eduarda Fernanda Alves, 10 anos, gosta de trabalhar com o Scratch para aprender mais sobre programação. “É um programa fácil, criativo aonde podemos fazer animações e controlar sensores, comandos de luz, por exemplo. Um dia o professor João (Vilhete) trouxe um motor para a sala de aula para ensinar sobre o sinal maior e o menor. Foi muito mais fácil aprender matemática”, disse. 
 Após o contato com a robótica em sala de aula, Leonardo Isaac Fernandes Cunha já sabe que carreira seguir no futuro. “Quero ser cientista para fazer coisas novas e construir meu próprio robô e fazer com que ele ande”, definiu. 
As aulas do projeto também nortearam a escolha de Gabrielle Sudre Caincuíba, tanto profissional, quanto como exemplo de vida. “A robótica me ajudou a decidir que quero fazer pedagogia na Unicamp, porque pra mim, os professores João e Gisele me inspiraram e são meu exemplo”, disse a esperta menina.
 Para a professora Gisele Giachetto, o projeto “Robótica em Sala de Aula” é uma grande descoberta também para os professores envolvidos. “Precisamos constantemente buscar mais informações para lidar com o assunto em sala de aula. A robótica é fascinante”, definiu. 
Com uma equipe empenhada em desenvolver ações e projetos que levam a uma educação de qualidade e parceiros renomados como a Unicamp, a Emef conquistou incríveis 6,2 pontos nas turmas de 5º ano, segundo divulgação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e 5,2 pontos no 9º ano, superando – muito- as metas individuais da escola para 2011, que eram 5,6 e 4,4 respectivamente. 
Os números também ultrapassam a nota que o IDEB estipulou para o município de Campinas no ano passado, que foi de 5,3 para os anos iniciais e 4,4 nos anos finais. Este é um indicativo de que ali, os alunos aprendem com prazer e a escola pública pode sim ter qualidade com inovação e criatividade.
 Avenida Anchieta, nº 200 – Campinas - SP – CEP: 13015-904 — PABX: (19) 2116-0555 — CNPJ 51.885.242/0001-40 Prefeitura Municipal de Campinas Prefeitura Municipal de Campinas - © Todos os direitos reservados Crédito: Foto: Carlos Bassan

Postado por: Gisele Flavia Giachetto
Referência: http://www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=15393

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Blog é usado como recurso pedagógico em sala de aula

Esta  reportagem foi ao ar no dia 13/09 na BAND CAMPINAS. A professora Gisele Flávia Giachetto, da EMEF Elza Maria P. de Aguiar, mostra um novo jeito de aprender e de ensinar. Tem como objetivo mostrar uma ação transformadora no ambiente escolar usando como recurso tecnológico o laptop UCA. Parabéns aos alunos que estão sempre atualizando o blog e deixando os seus comentários. Esse é um espaço onde todos tem voz: alunos, pais, professores e toda a comunidade escolar. Os alunos produzem conhecimento e são autores, podendo assim, compartilhar suas produções. O que incentivou a escrita  e transformou a rotina  escolar.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Conexão UCA: Blog se torna ferramenta pedagógica

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Blog se torna ferramenta pedagógica que incentiva, integra e ensina alunos

Notícias

Blog se torna ferramenta pedagógica que incentiva, integra e ensina alunos


04/09/2012 - 13:30
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Ingrid Vogl

Muito além do aprendizado pedagógico, uma lição de responsabilidade, capricho e proatividade. Isto é o que os alunos do 5º ano A da Emef Elza Maria Pellegrini de Aguiar levam todos os dias para vida desde que o blog da sala de aula foi criado pela professora da turma, Gisele Flávia Alves Oliveira Giachetto.


O objetivo da ferramenta social da internet é divulgar os trabalhos desenvolvidos em sala de aula pelos alunos. Os posts e o gerenciamento do blog é feito pelos próprios alunos.
               Usando tecnologia a favor sa construção  de
conhecimento 
Crédito: Carlos Bassan

“O blog foi criado com a necessidade de divulgar o trabalho das crianças em sala de aula e a ideia foi tornar os alunos autores dos trabalhos”, explicou a professora.

A partir da exposição do conteúdo de tudo o que é postado no blog, a escrita passou a ter mais sentido para as crianças. “Desde o momento em que os colegas, professores e até pessoas de fora da escola começaram a ler e comentar o blog, os alunos passaram a se preocupar mais com os textos. Isso é pura aula de redação e língua portuguesa”, definiu Gisele.

“Nosso blog tem muitos comentários e a participação de toda a turma é bem legal. Eu aprendo mais e capricho para escrever os trabalhos que vão para o blog”, disse rápido e animadamente Welington Guioti da Costa, de 10 anos.


Para fazer a postagem do conteúdo, atualizado semanalmente, o blog da sala de aula tem “monitores” que gerenciam tudo que vai para a internet e ainda incentivam os colegas a lerem as novidades.
Laptop UCA, é uma ferramenta 
usada para postar no blog
Crédito: Carlos Bassan


“Nunca tinha tido contato com um blog. Para mim, foi um desafio e uma experiência nova e bem legal aprender a gerenciar. Eu aprendo cada vez mais”, disse um dos “monitores”, Gustavo dos Santos Nogueira, de 10 anos, que junto com outros colegas aprendeu por conta própria a lidar com o tutorial que ensina sobre gerenciar o blog.


A ferramenta se tornou rapidamente um diário do trabalho na sala de aula. “Por meio dela, os alunos produzem conhecimento, fazem pesquisas e publicam tudo isso. O uso incentivou a escrita e a leitura. Alguns alunos que não produziam muito se aplicam agora para fazer textos. Eles estão escrevendo melhor e com mais atenção e os pais também acompanham todo este trabalho”, relatou a professora.


Alunos incentivados


Outro bom resultado do uso do blog em sala de aula foi a proatividade dos alunos. “Eu não cobro mais os trabalhos. São os próprios alunos que me entregam os textos e que me informam sobre como vai o andamento do que estão preparando para ser publicado”, disse Gisele.

“O blog é como se fosse uma segunda aula e podemos consultá-lo para tirar dúvidas de assuntos da sala de aula”, definiu simples e sabiamente Bruna Lousado de Paula, 10 anos.


Escrevendo, postando, lendo e comentando, toda a turma de alunos se integra, interessa e aprende mais e mais.


Saiba mais:


Além do blog da turma do 5º ano A (giselealunos.blogspot.com.br ). A Emef Elza Maria Pellegrini de Aguiar também possui o da escola, criado em 2010 (emefelza2010.blogspot.com.br). Nele é postado o cotidiano da unidade, includindo os trabalhos desenvolvidos pelos alunos e as experiências pedagógicas do projeto UCA (Um Computador por Aluno), que são registradas e divididas com a comunidade escolar.


Na escola, todos os passos do UCA são registrados no blog, que tem, inclusive, depoimentos de pais e alunos sobre a experiência do estudante levar o laptop do projeto para ser usado em casa. 

O texto acima foi extraído do site: http://www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=15178